Talvez precisemos de um Augusto dos Demônios
Para escarrar em nossos rostos de falsos santos
Apedrejando, apedrejando nossos dorsos, acalantos
De uma mão que retira nossos mantos de lacônios
Dos Anjos foram muito fracos os frios cânticos
De mais penumbra e ácido tadúkico careceram
Carregadas penas que luzes apenas conheceram
Profundezas rasas mal comparadas ao Atlântico
Suas colunas de rimas em dominós organizadas
Chafurdaram entre nuvens – mas que atividade infiel!
E aos tropeços, aos tombos, foram diabolizadas
Talvez seja necessário nos afastarmos do céu
As estradas infernais são por nós pavimentadas
Augusto dos Demônios merecia é um troféu!
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