quarta-feira, 18 de abril de 2012

Morte em poesia

Uivam fantasmagoricamente os zéfiros serenatas noturnas
Mil vozes nas trevas trazendo agouros de más fortunas

Morte, seu bater de asas encantador, que som último e imortal!
Música para ouvidos cansados e desesperados, és tu, no final!

Bramem as banshees réquiens para todos finados jovens
Que com mortalhas fiadas por aranhas chorosas recobrem

Ah, Morte! Oh, vidas breves que num sopro levas embora
Como dentes-de-leão ninados pela ventania mundo afora

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