Às vezes tenho pena do nada.
Pobre coitado, nunca foi responsabilizado,
Nunca sentiu o peso de uma ação errada,
Nunca sentiu culpa.
Nada é perdoado, sempre.
E ele se perdeu, dentro de si e para todos,
Fora do alcance de qualquer memória,
Uma recordação apagada,
Um espectro evanescente na mente encruzilhada.
Pois nada é esquecido, sempre.
Nada.
2 comentários:
Adorei os poemas. São lindos como o dono. Todos demonstram o quanto você é inteligente e criativo. Só senti falta de poemas mais felizes! (Te amo)
adorei o poema.
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