Depois do fluxo, a confusão, o vazio. A tormenta criativa
passou,
Deixando escombros de ideias e versos fragmentados
Esparramados por todos os cantos.
Ébrios neurônios cambaleando pelos jardins da gramática,
Procurando alguma literatura para exorcizar seus demônios.
Entorpecimento. Tudo lento. Digno de lamento.
Calou-se o estro, chama minguante como o sorriso da lua.
Que tristeza.
0 comentários:
Postar um comentário