Nascida do ventre da tormenta, filha do trovão
Veio dançante, rebentando o vento, cavalgando o raio
Vestida somente de diamantes vítreos coloridos
Com seu sorriso perolado e água nas mãos
Veio, seminua, seios de elétrons empinados
Rebolando seus quadris de marinheira
Ancas bem definidas pelo fogo trabalhadas
Descendo em tranças seus cabelos de lua cheia
Ah, mulher de coração indomável, energia
Cujos olhos relampejantes a todos conquistam
Venha me ter como seu único homem
Que tempestade e granizo de nós se formem!
0 comentários:
Postar um comentário