Basta! Já estou farto desta farsa!
Esgarçaram-se os fios desta trama.
Tênues linhas de sigiloso drama
Que por alhures e além se esparsa.
Balancem dançarinas, enfeitando praças!
Marionetes sufocadas pelo desenlace.
E que mil gotas prateadas rolem pelas faces
Esparzindo males de destruição e desgraças!
Ó, mares de títeres e bonecos desmembrados!
Ó, marés de sorrisos irreverentemente rasgados!
Quantos oceanos convulsivos e confusões no ato!
Há um deus zombeteiro nos observando dos degraus,
E alguns dizem ser ele a mais pura força do caos:
Um rosto incógnito que permanece em anonimato!
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