Um dos pés atravessa a porta. Por
um minuto ele pára. Hesita. A estrada se estende rumo ao desconhecido horizonte
à sua frente, até perder-se de vista. Sempre quisera fazer aquilo. Respira
fundo e avança. Com passos repletos de temor e ousadia, segue o viajante,
peregrino, vagante, aventureiro de alma errante, despreparado ao que encontrará
no final do caminho. Só uma coisa sente em seu coração: que a paz, este desejo supremo
de seu ser, está em algum lugar, lá e de volta outra vez.
Mal sabe que ela jaz dentro dele,
dormente. Precisa apenas ser notada e despertada. Tal qual um dragão.
JK Rowling estava errada.
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